terça-feira, 18 de agosto de 2009

HÔI AN, UMA CIDADE QUE CADA UM DE NÓS TRAZ DENTRO DE SI

Ah quem dera passear pelo passado; acho que todos temos essa vontade nostálgica. Quando cheguei a Hôi An precisei ser despertada; ou me achava num cenário de filme onde era eu a protagonista ou aquilo era real. E é. Numa cidade iluminada por lanternas coloridas de papel de arroz nos sentimos futuristas, mais do que meros turistas a visitar um momento tão alheio à nossa realidade! Hôi An fica como um sonho, como o local onde os chineses que a sitiaram enterravam os umbigos de seus filhos nos jardins de casa. Mantendo a alma deles ali enterrada, eles acreditavam que criavam um forte laço, para que, embora eles saissem pelo mundo, sempre retornassem alo lar.

De repente nos deparamos com um momento passado, num ambiente que preserva as característica do maior porto do sudeste da Ásia no século I DC. Chamava-se Lâm Áp Phô ou Champa city. Contam que os chamados malay-polynesian provavelmente chegaram de Java por volta do ano 200 AC, e aí criaram o Império Champa, que se estendia desde Hué até Nha Trang. Sua importância declinou depois do século XVIII quando o Imperador Gia Long trouxe os ensinamentos de Confúncio e fundou a chamada Dinastia Nguyên, a última das dinastias vietnamitas. asaskfkvlçm sdlksjfslgsafvsn sdifujsfhsaofoidsjfopsdj jidsjfisfsdfdf oijisdfisifsidf
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A partir daí Hôi An ficou esquecida por 200 anos, e manteve as peculiaridades culturais, ainda hoje presentes nas sua pequenas ruelas, iluminadas com suas lanternas características, que ajudam a criar um clima nostálgico, de um tempo em que nem a eletricidade existia! Hôi An desperta para o esquecido que de alguma forma está presente por ser parte da história, ou por lembrar o tal dito cliché: "recordar é viver".

Hôi An - in the middle of Vietnã. À noite a cidade é iluminada por lanternas decorativas, feitas de papel de arroz. Como essas...

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